Responsabilidade dos Colaboradores

Princípios Gerais
Os colaboradores respondem diretamente perante a Direção Técnica em tudo o que diz respeito às atividades do CATL. Enquanto funcionário da Fundação perante o Conselho de Administração da Fundação (entidade patronal).
Os colaboradores, antes de contratarem com a Instituição, tomam conhecimento do Projeto Educativo e do Regulamento Interno do CATL, cuja aceitação é requisito prévio e indispensável para a sua contratação.
Autoridade do colaborador
A lei protege a autoridade dos colaboradores nos domínios pedagógico, científico, organizacional, disciplinar e de formação cívica.
A autoridade do colaborador exerce -se dentro e fora dos ateliers, no âmbito das instalações do CATL ou fora delas, no exercício das suas funções.
Direitos dos colaboradores
Ser respeitado na sua autoridade e prestígio, pessoalmente e no desempenho da sua função;
Ter acesso à Formação Profissional Contínua adequada à melhoria do seu exercício profissional.
Deveres dos colaboradores
Exercer as suas funções, conforme o horário e planificações previamente estabelecidos;
Informar, com antecedência sempre que possível, da impossibilidade de comparecer aos ateliers / atividades;
Cuidar do arranjo pessoal, apresentando-se no CATL com vestuário adequado ao local de trabalho e funções que desempenha de forma a promover a dignificação individual e coletiva, em todas as circunstâncias, contribuindo assim para o respeito e para boa imagem da Instituição;
Ser assíduo e apresentar-se nos ateliers pontualmente para o regular início dos mesmos, retirando-se só depois de concluídas todas as suas tarefas;
Gerir o tempo do atelier, de modo que os utentes abandonem o ateliê acompanhados pelo colaborador;
Desligar ou pôr em silêncio o telemóvel durante o tempo de serviço;
Contribuir para a formação integral dos utentes promovendo o desenvolvimento das suas capacidades e estimulando a sua autonomia e criatividade;
Reconhecer e respeitar as diferenças dos utentes e não permitir a exclusão e a discriminação;
Respeitar a natureza confidencial da informação relativa aos utentes e respetivas famílias;
Estabelecer com os utentes um clima de colaboração e confiança mantendo sempre um ambiente de respeito, delicadeza e cordialidade, nas palavras e atitudes;
Remeter à Direção Técnica do CATL as necessárias informações acerca do aproveitamento e atitudes dos utentes, bem como todas as informações que possam contribuir para um melhor ambiente de trabalho, unidade, responsabilidade e vivência do Projeto Educativo do CATL;
Não permitir comportamentos inadequados e perturbadores das atividades;
Zelar pela ordem e conservação do equipamento e material;
Zelar pela disciplina no CATL e em particular no grupo que lhe foi confiado;
Comunicar à Direção Técnica do CATL, por escrito, qualquer problema de carácter disciplinar que possa ocorrer;
Manter com todos os colegas o espírito de colaboração e solidariedade;
Colaborar ativamente em todas as iniciativas;
Procurar ser inovador e partilhar experiências enriquecedoras;
Participar na Formação Profissional Contínua, com vista a uma permanente atualização didático – pedagógica e a uma perfeita integração nos objetivos do CATL;
Comparecer às reuniões que lhe digam respeito, convocadas pela Direção Técnica.
Não é permitido aos colaboradores
Servir-se dos ateliers ou de outros momentos para, de forma direta ou indireta, contrariar os Princípios Orientadores do CATL;
Pôr em prática iniciativas que pela sua qualidade ou dimensão exijam ser aferidas primeiro com a Direção do CATL;
Ocupar-se durante os ateliês de assuntos alheios às atividades ou sair dos ateliers deixando os utentes sozinhos;
Apresentar-se com vestuário não adequado dentro da Instituição ou ter comportamentos que possam originar atos de indisciplina nos utentes ou ser motivo de mau exemplo para os outros funcionários.
Usar o telemóvel durante o decorrer do atelier.